Passos que podem ajudar na luta com o banco por seus direitos

Como lutar com o banco por seus direitos? - 6 estágios

Bancos muitas vezes oferecem promoções e descontos interessantes para ganhar novos clientes. Infelizmente, muitas vezes essas promoções são sujeitas a uma série de cláusulas e disposições que, em última instância, privam os clientes dos benefícios prometidos. Tendo em conta esta prática, que é difícil de chamar de forma diferente do que um armadilha, nós não precisamos de ficar sem poder. Aqui estão alguns passos que podem ajudar na luta com o banco por seus direitos.

O que os clientes podem fazer quando estiver em litígio com o banco?

Não importa o quanto o comportamento dos bancos irrita você, na aplicação efetiva dos seus direitos é sempre necessário para manter o caminho calmo. Primeiro de tudo, não vale a pena realizar movimentos nervosos. Bem, um passo após o outro.

1. Dobre a queixa no banco

Primeiro vamos fazer uma reclamação diretamente ao banco. O banco é obrigado a responder-nos (assumir ou rejeitar a nossa queixa) no prazo de 30 dias a contar da recepção da declaração oficial.

No SAC do banco vale a pena saber como você pode fazer uma reclamação. Normalmente, a maioria dos bancos vai pedir a reclamação por escrito. Em alguns casos podem ser resolvidos por telefone, mas é sempre melhor ter um histórico de comunicação completo e o papel parece muito melhor aqui. Além disso, nos processos judiciais é crucial a saber a data de concessão ou da entrega da carta para o banco.

Uma queixa por escrito deve ser enviada por carta registada. Manta a confirmação do envio do correios. Você também pode enviá-lo por escrito na agencia. Certifique-se então de receber uma cópia carimbada pelo banco (vale a pena trazer duas cópias da carta). Não importa se a denúncia é impressa ou escrita à mão - deve conter uma descrição detalhada da situação e a base para a denúncia.

2. Ajuda do provedor dos consumidores

Se você não se sentir forte para escrever uma reclamação ou não pode encontrar de forma independente uma boa base jurídica para a sua queixa, você sempre pode pedir a ajuda livre do provedor dos consumidores, do escritório de assistência judiciária pro bono ou - o que é especialmente recomendável - uma organização não-governamental, lidando com a proteção dos direitos dos consumidores.

As pessoas que trabalham lá são muito ocupados, mas muito útil. Eles podem escrever uma carta de reclamação e enviar-la a todas as partes envolvidas. Efetivamente ajudar até mesmo os casos mais difíceis. Deve beneficiar desta ajuda - particularmente porque ela está disponível gratuitamente.

Para maior clareza: todas essas organizações só ajudam na preparação adequada dos documentos necessários. Nenhuma sanção sera atribuída para o banco, mas a história de sua correspondência com o banco pode vir muito útil.

3. O Provedor de Justiça na Associação Brasileira de Bancos

Se a tentativa de conciliação para resolver os problemas com o banco através da denúncias normais falharam ou não ter recebido uma resposta à nossa queixa no prazo de 30 dias, nós podemos levá-la para o Provedor de Justiça Banking opera na ABBC - Associação Brasileira de Bancos

Um pedido ao árbitro pode ser feito apenas se esgotado por um caminho simples para a denúncia. Aqui, a chave é para anexar a documentação completa de nosso relatório do caso e toda a correspondência que recebemos do banco, cópias de regulamentos e acordos - todos os quais irão ajudar a convencer o árbitro que estamos certos.

Árbitro considerar que a aplicação normalmente leva cerca de dois meses, enquanto se for tratada idéia para nós, ao longo dos próximos 14 dias podemos contar com um reembolso. No entanto, se o árbitro considera que a direita está no lado do banco (após o árbitro opera em PBA), em seguida, temos ainda a via judicial.

4. PROCON

Se temos uma suspeita de que o nosso caso não é isolado e que as disposições das regulamentações bancarias ou contrato com o banco podem ser prejudicial para outros clientes, o relatório também pode ser apresentada ao Instituto de Defesa do Consumidor.

Após o exame do caso pelo tribunal de consumidor e aderir ao nosso pedido, o Instituto de Defesa do Consumidor pode entrar formulação específica no registo de cláusulas proibidas. Isso significa que estas cláusulas perderiam validade

5. O Tribunal de Arbitragem de Supervisão Financeira (Banco Central)

O próximo e último "passo na escalada de nosso problema é ir para a autoridade de supervisão financeira, que é o órgão supremo de controlo no sector financeiro no Brasil. E seria bom se aqui terminou todas as disputas entre clientes e bancos, porque o próximo passo já está generalizada e prolongada tribunal há anos o caso.

No Banco Central temos uma escolha de duas maneiras:

1. maneira de mediação, cujo objetivo é trazer uma solução amigável da questão (a menos que o banco se compromete a ele) e de ajuste de contrato entre as partes envolvidas.

2. A rota judicial, mas aqui temos que estar cientes de que se perdermos, o Banco Central pode cobrar pelos custos judiciais adicionais e temos que pagar os honorários dos advogados do banco.

Vantagem de decidir em matéria de supervisão financeira é que sua sentença seja aprovado pelo Tribunal de Primeira Instância, o que significa que ele tem o poder igual ao do Tribunal.

6. O tribunal

Desta forma, no final das contas, não é recomendada a ninguém - significa custos, um monte de tempo e nervos perdidos. A menos que haja um grupo maior de clientes que se sentem enganados pelo banco - neste caso, pode valer a pena considerar um litígio de grupo, dividindo os custos de advogados e cuidando da questão em companhia de um grupo de apoio dedicado.

Não desista!

Acima de tudo, lembre-se que, em qualquer situação de conflito, não estamos em desvantagem em relação ao banco. Qualquer esperteza por parte das instituições financeiras deve ser simplesmente condenada. É verdade que os clientes não vão fugir de repente do banco estigmatizado - pro isso os bancos muitas vezes se sentem impunes em suas ações. Mas isso não significa que você deve sentar-se calmamente. No longo prazo - especialmente na era da Internet, blogs e mídias sociais - o mal PR relacionado as práticas desleais dos bancos vai trazer os resultados desejados e permitiria mudanças para melhor - pelo menos para a geração dos seus filhos.

Nós convidamos você a comentar sobre sua experiência com os bancos nacionais em uma seção de QualBanco preparada especialmente para expressar opiniões sobre instituições financeiras no Brasil.